
Jornadeava pelo areal salgado com os meus amigos, os nossos corpos estavam esculpidos em partículas granulosas de natureza marítima. A descontracção pacífica fora quebrada com o à-vontade exemplar da bomba amolecida que nos atingiu sob a pele bronzeada e do olhar cintilante e brincalhão do F.
Elegante e ao mesmo tempo refinado, excepcionalmente bonito de ombros largos e entremostrava um riso ténue, aquele sorriso radiava um fascínio único e absoluto.
Os nossos dedos salpicavam palavras soltas, tapando a boca de lado como uma barreira para que não se tornasse visível ao F e nós um pequeno grupo de destacamento colégio-militar tínhamos uma missão surpresa.
Estávamos ansiosos!
Assim começamos a primeira ordem, lançar o bombardeamento gigantesco de lama ao alvo, foi deveras hilariante! Só via ele a correr, a ser atingido e a tropeçar nos buracos movediços, afadigado pela correria toda mas não desistia, prolongava-se com a persistência de não ser capturado.
Mais tarde por culpa da sua desconcentração iminente, apanhamo-lo finalmente. Um de nós agarrou-lhe pelos pulsos e nos tornozelos, aproximamo-nos junto á água e vimos a face horrorizada do F: renhido e obstinado a implorar-nos! Gracejávamos em voz alta, sonoramente.
Fizemos movimentos de quem se baloiça, a densidade do seu peso custava-nos aguentar por mais tempo até não podermos mais, soltamos-lhe para um lançamento memorável na queda aquática!
Neste preciso momento, as educadoras de infância ordenaram-nos para sentarmos nas toalhas. Desanimados, com as cabeças cabisbaixas brincando os dedos na areia a dar-nos uma lição de ingenuidade.
- Meninos! O que vos passou pela cabeça fazer esta brincadeira ao vosso colega? O F podia ter-se magoado!
- Só estávamos a brincar.
- A brincar?
- Sim, a brincar porque ele atirou-nos areia e nós queríamos uma vingança!
- Ah? Ò F, isto é verdade?
- Sim, é!
- Pronto, vamos lá para a água tirar esta areia toda mas com uma condição: quero que façam uma fila um a um.
- Mas I é para quê?!
- Depois vão ver, agora tocam a levantar e metam-se em fila.
Levantamos e pomo-nos em fila, estava eu no meio assistir esta atrapalhada toda dialogando com o F, a A e a S. Não durou muito tempo para perceber o que as educadoras pretendiam fazer-nos: um lançamento aquático!
Elegante e ao mesmo tempo refinado, excepcionalmente bonito de ombros largos e entremostrava um riso ténue, aquele sorriso radiava um fascínio único e absoluto.
Os nossos dedos salpicavam palavras soltas, tapando a boca de lado como uma barreira para que não se tornasse visível ao F e nós um pequeno grupo de destacamento colégio-militar tínhamos uma missão surpresa.
Estávamos ansiosos!
Assim começamos a primeira ordem, lançar o bombardeamento gigantesco de lama ao alvo, foi deveras hilariante! Só via ele a correr, a ser atingido e a tropeçar nos buracos movediços, afadigado pela correria toda mas não desistia, prolongava-se com a persistência de não ser capturado.
Mais tarde por culpa da sua desconcentração iminente, apanhamo-lo finalmente. Um de nós agarrou-lhe pelos pulsos e nos tornozelos, aproximamo-nos junto á água e vimos a face horrorizada do F: renhido e obstinado a implorar-nos! Gracejávamos em voz alta, sonoramente.
Fizemos movimentos de quem se baloiça, a densidade do seu peso custava-nos aguentar por mais tempo até não podermos mais, soltamos-lhe para um lançamento memorável na queda aquática!
Neste preciso momento, as educadoras de infância ordenaram-nos para sentarmos nas toalhas. Desanimados, com as cabeças cabisbaixas brincando os dedos na areia a dar-nos uma lição de ingenuidade.
- Meninos! O que vos passou pela cabeça fazer esta brincadeira ao vosso colega? O F podia ter-se magoado!
- Só estávamos a brincar.
- A brincar?
- Sim, a brincar porque ele atirou-nos areia e nós queríamos uma vingança!
- Ah? Ò F, isto é verdade?
- Sim, é!
- Pronto, vamos lá para a água tirar esta areia toda mas com uma condição: quero que façam uma fila um a um.
- Mas I é para quê?!
- Depois vão ver, agora tocam a levantar e metam-se em fila.
Levantamos e pomo-nos em fila, estava eu no meio assistir esta atrapalhada toda dialogando com o F, a A e a S. Não durou muito tempo para perceber o que as educadoras pretendiam fazer-nos: um lançamento aquático!
(... tem continuidade ...)
Paragem Obrigatória: Intimidades