
O coração bate… palpita-se devagarinho perseguindo sonhos duma utopia, de um lugar inexigível. Por vezes irreal, imaginário até!
Fito em palavras a abóbada celeste debaixo da escuridão em silêncio, enquanto o ritmo não me tranquilizar o meu vício de ti não vai esgotar nesta noite madrugadora. Observo encantada, extasiada de admirações neste belo andamento melodioso, de luzes interplanetárias pintalgadas.
Não quero nada deste mundo, apenas sentimentos e motins infantilizados, sussurrados na aurora universal.
Toda ela é beleza e pureza no feitiço mágico. O seu cheiro alastra, farejando os meus túneis nasais de terras cultivadas em terrenos planos, o mato seco do Verão inspira a fragrância aromática que me fazem cócegas.
Inteiramente só, sentada numa posição irregular sob a forragem verde encorpada de lividez. Deixo de possuir o sentido da vista, completamente vidrado para o infinito que embala o berço do centro de gravidade.
Fito em palavras a abóbada celeste debaixo da escuridão em silêncio, enquanto o ritmo não me tranquilizar o meu vício de ti não vai esgotar nesta noite madrugadora. Observo encantada, extasiada de admirações neste belo andamento melodioso, de luzes interplanetárias pintalgadas.
Não quero nada deste mundo, apenas sentimentos e motins infantilizados, sussurrados na aurora universal.
Toda ela é beleza e pureza no feitiço mágico. O seu cheiro alastra, farejando os meus túneis nasais de terras cultivadas em terrenos planos, o mato seco do Verão inspira a fragrância aromática que me fazem cócegas.
Inteiramente só, sentada numa posição irregular sob a forragem verde encorpada de lividez. Deixo de possuir o sentido da vista, completamente vidrado para o infinito que embala o berço do centro de gravidade.
Todo o meu corpo vibra por dentro, fervilhando pipocas saltitantes.
Sinto a flutuar, a erguer pausadamente na atmosfera, tentando alcançar as bolas de berlindes coloridas que teimam tocar as íris dos meus olhares acriançados.
“Não me importo de estar aqui a noite inteira, assistindo esta contemplação toda. Uma serenidade indescritível repleta de encantos.”
Sinto a flutuar, a erguer pausadamente na atmosfera, tentando alcançar as bolas de berlindes coloridas que teimam tocar as íris dos meus olhares acriançados.
“Não me importo de estar aqui a noite inteira, assistindo esta contemplação toda. Uma serenidade indescritível repleta de encantos.”